Fomos avisados

Fomos avisados: a Figueira da profecia do Mestre (Lucas 21.29-33), que é Israel, floresceu. Fomos avisados: o grande sinal no céu apontando para o nascimento do filho varão (Apocalipse 2.26-29; 12.1-6), em 23 de setembro de 2017, aconteceu. O conhecimento se multiplicou (Daniel 12.4) e a promessa de jovens tendo visões e idosos tendo sonhos (Joel 2.28), se cumpre, inegavelmente, bem diante de nossos olhos, através das redes sociais. Sem contar as “luas de sangue” em datas muito pertinentes, e o reaparecimento da “estrela de Belém” em 2014 e 2015 (uma rara conjunção).

E o que dizer da geopolítica? Damasco quase totalmente destruída (Isaías 17.1), Roma ressurgindo sob a força armada de dez países (Apocalipse 13.1) e seu príncipe que, entende-se, há de propor um acordo de paz a Israel e seus vizinhos descontentes (Daniel 9.24-27).

E o que dizer da corrupção? Está sendo feito comércio dos que creram (Atos 20.28-35), com o surgimento de muitos falsos profetas (aqueles que negam haver um Filho e um Pai, conforme a fé apostólica descrita em 1 João 2.22-26), sem falar na legalização do aborto, na normalização da sodomia, no enaltecimento do ocultismo, etc.

Fomos avisados: haverão cinco virgens prudentes, e cinco tolas (Mateus 25.1-13), ou seja, haverá um Arrebatamento, um casamento entre o Cordeiro e os vencedores, para que possam habitar na cidade da promessa (Hebreus 11.6), todos aqueles que vivem em arrependimento e consagração (Apocalipse 19.1-10).

“Naquele dia, quem estiver no telhado, tendo os seus utensílios em casa, não desça a tomá-los; e, da mesma sorte, o que estiver no campo não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló. Qualquer que procurar salvar a sua vida perdê-la-á, e qualquer que a perder salva-la-á. Digo-vos que, naquela noite, estarão dois numa cama; um será tomado, e outro será deixado. Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e outra será deixada.”

Lucas 17.31-35

Seja você quem for, não importando o que tenha feito, está convidado ou convidada a participar do livramento, acreditando que este Casamento vai acontecer e que, a presença do Todo-poderoso e o sangue do seu Filho têm poder para te libertar daquele pecado que ainda te prende, e do apego à cultura mundana, cada vez mais desumana. Aceite a influência do céu através do Novo Testamento, e torne-se uma nova pessoa através das boas novas de retidão e bondade.

“E, ouvindo isso um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no Reino de YHWH! Porém ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. E, à hora da ceia, mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado. E todos, a uma, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Casei e, portanto, não posso ir. E, voltando aquele servo, anunciou essas coisas ao seu senhor. Então, o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres, e os aleijados, e os mancos, e os cegos. E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e atalhos e força-os a entrar, para que a minha casa se encha. Porque eu vos digo que nenhum daqueles varões que foram convidados provará a minha ceia.”

Lucas 14.15-24

O rei e seu quinto casamento

Era uma vez um rei que estava em idade de contrair núpcias. Então a cada candidata a esposa o impoluto avisava: “Tu não serás a única, terei outras esposas além de ti.” E as cartas de aceite, mencionando o valor de cada dote, chegavam às suas mãos na presença do pai e da donzela. A resposta do rei era imediata e quase sempre positiva, porém o sábio monarca não se casou com todas ao mesmo tempo (o homem não era lascivo), mas a cada gravidez confirmada, convocava uma nova esposa para uma nova festa, e uma nova lua de mel.

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O ágape e o não

O ágape, a afeição, é um ato de entrega, um disparo na escuridão que revela a face de dentro, o estado interior do outro, que pode ressoar ou conter o som, trazer à tona por um estreito o direito de sentir, o universo paralelo alheio. E o que causa dor ou decepção é a expectação do amor voltar como um sinal de vida divina, do aspecto celestial que, no rosto e nos gestos mostraria o bem, tropeça mostrando o mal.

O amor é uma conexão bilateral na qual o medo é a interferência. E o medo é fugaz em se transvestir de soberba, inveja, preocupação, ciúmes, desconfiança ou egoísmo. Isto acontece no campo de batalha da mente, na luta pelo coração, dentro de cada um, de tempos em tempos, uma, nenhuma ou várias vezes ao dia.

Com ajuda da gratidão, a ternura prevalece. Com ajuda da compreensão, a ternura prevalece. Com ajuda do perdão, a ternura prevalece. Com ajuda do descanso, a ternura prevalece. Com ajuda da humildade, a ternura prevalece.

O amargor fala tanto quanto a doçura, o silêncio tanto quanto a sinfonia e, o desencontro tanto quanto o encontro. O sinal em si tem propósito, independente da resposta.