1948-2028

Como você já sabe, no ano 70 d.C Jerusalém foi invadida pelos romanos, e o povo israelita foi expulso da sua terra, cumprindo as Palavras registradas nos livros de Deuteronômio (28) e Lucas (21). E você também sabe que o povo israelita, retornando à sua terra de origem, foi reconhecido como nação em 1948, cumprindo as Profecias registradas nos livros de Isaías (11) e Ezequiel (20, 22 e 36). Estes são fatos históricos importantes, porque tem tudo a ver conosco hoje.

O nosso Mestre e Salvador disse que quando a Figueira, que é Israel, brotasse, seria então a última geração, aquela que não passaria sem acontecer tudo predito em Lucas (21). E quanto tempo então, dura uma geração de acordo com as Escrituras? Conforme os Salmos (90), este tempo é de setenta a oitenta anos (e nós voamos). Ou seja, antes mesmo de 2028, o Apocalipse deve acontecer. O próximo evento, que dará início aos últimos sete anos da humanidade, é o escape de um tempo tumultuado, no qual um governante internacional perseguirá a todos os escolhidos, os que se negarem a compactuar com a única moeda mundial, aceita somente por meio de uma marca no corpo das pessoas.

Noé, em sua época, avisou que o mundo seria inundado, e que quem quisesse escapar das águas, deveria entrar na arca. Ele estava convicto, seus conterrâneos, céticos. Ele foi pessoalmente avisado do que aconteceria, e devidamente instruído de como se preparar para não morrer. O mesmo acontece hoje em dia: alguns têm alertado para o perigo adiante, mas muitos com os corações sobrecarregados, negam-se a mudar de direção, sendo guiados por homens, quando uma voz mansa e suave pede que se acheguem e se tornem súditos preparados para adentrarem a corte celestial, enquanto os rebeldes são punidos por ignorarem o Rei dos reis.

“Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra.” Mateus 24:40-41

“Quando andarem dizendo: sossego e segurança, eis que lhes virá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.” 1 Tessalonicenses 5:3-5

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O poder da única crença que liberta

O efeito psicossocial da crença geral no evolucionismo, ou seja, de que o homem teria vindo do macaco, rebaixa individual e socialmente nossa condição à de meros animais racionais, e isto tem consequências degradantes no comportamento humano, pois este se baseia nas crenças, na cultura. Outra teoria perigosa é que, tudo que existe, fora soprado por um buraco menor que a cabeça de um prego, e que portanto, estaríamos vagando num universo gigantesco, no qual este mundo seria apenas um grão de areia, e nós, menores ainda. O fato é que toda ideia, se aceita individual e socialmente, têm um efeito determinante, para bem ou para mal. Assim sendo, não estranhe se as pessoas estiverem, por exemplo, adulterado como animais, brigando como bichos, se prejudicando como feras selvagens, se matando como se a vida fosse um jogo violento. Lembre-se do em quê a maioria das pessoas crê, e você não estranhará. Continuar lendo

Fraqueza & Afeição

Não adianta, o nosso amor é falho: toda vez que invejamos, que perdemos a cabeça ou até nos vangloriamos em comparação a alguém, quando falamos mal ou não esperamos o bem de alguém, e até quando os ciúmes ou os ressentimentos obscurecem a razão, não estamos amando. E o problema não é sabermos que somos falhos em amar, o problema é pensarmos que amamos quando não, é vivermos como se apenas os outros não amassem. O amor ao próximo não é uma utopia ou um privilégio de poucos bem criados, é uma jornada e, acima de tudo, um exercício para todos que têm abertos os seus olhos tanto para a fraqueza nossa, quanto para o poder de quem nos criou por generosidade e afeição.