Convite do Casamento

É com indizível satisfação que convido você e sua família para o casamento mais importante da história! Isto não é uma brincadeira e nem uma proposta religiosa. Permita-me explicar melhor. Desde os primórdios muitos sábios surgiram e foram imprescindíveis para a sua época, alguns da realeza, outros da plebe, trazendo mensagens que alteraram o estado dos corações, e assim, várias sociedades mudaram de direção. Ainda assim, faltava aos povos, cada um com seus deuses, mais do que uma carta de intenções, mais do que ditames, mais do que mitos heroicos ou ideologias úteis por algum tempo; faltava ao indivíduo transcender a certeza da própria morte, causadora de muitos horrores, inspiradora de sandices e mantenedora de crenças absurdas. Até então prevalecia a força, a escuridão e o medo.

Então, do meio de uma sociedade confusa, um homem é secretamente convidado a habitar num lugar melhor. Abraão precisou de fé para dar ouvidos a esta voz, deixando as certezas para trás. E a caminho deste novo lugar, já afastado daquele meio inumano, mas ainda sem descendentes, recebeu uma promessa que encheu o seu coração de esperança, pois de quê valeria uma terra abundante sem alguém para habitá-la nas gerações futuras? Isaac nasceu aos cem anos de seu genitor, porém o apego por um gerado não poderia ser maior do que por quem o prometeu, assim Abraão provou seu amor, quase oferecendo seu legítimo descendente em sacrifício, encarando, como que face a face, sua própria extinção.

Quinze séculos e meio depois, sob uma lei perfeita, dada pelo mesmo abençoador de Abraão, nasce um Mestre sem igual, que ensinou, como homem, os segredos das eternidades passada e futura, que, como homem, libertou homens e mulheres de doenças incuráveis até hoje, devolvendo a alguns pais suas crianças já mortas, acalmou uma tempestade, andou sobre as águas de um lago, entre outros feitos inigualáveis. No entanto, venceu não apenas na intenção, mas de fato, a morte, que sobre todos dominava pela transgressão da lei que cumpriu, pregando-a no seu madeiro, condenada na sua carne, vivamente marcada nos corações (2Co 3.3), para que onde os do seu povo erraram (Rm 11.11), sua própria Noiva não erre.

Sim, foi tudo em favor da sua própria Noiva, para que ela desde já vença a cultura de morte (Hb 2.15), carnal e mundana, atravessando esta vida provisória com a fé sincera de um lugar melhor, com a esperança humilde de não ir sozinho, e com o amor abnegado por quem cumpre tudo que promete. E qual é o Noivo que, pagando o dote por dez virgens (Mt 25.1-13), as esqueceria na vergonha do aguardo muito além do combinado? Ele disse, como o bom samaritano (Lc 10.25-36), que voltaria em dois dias, ou seja, em dois mil anos desde a sua ascensão. Também disse que não passaria a geração testemunha do brotar da figueira (Lc 21.29-36), que é retorno do seu povo disperso à terra prometida. E qual é o rei riquíssimo que, dando uma festa de casamento (Mt 22.1-14), aceitará seu palácio vazio por causa da descrença, da desobediência e do desinteresse dos primeiros convidados? É exatamente porque muitos religiosos têm negado o convite, que este aqui chega até você, prestes a se adiantar diante deles, quem sabe até não passando pela morte (1Co 15.50-58), mas unindo-se nos ares à vida.

“Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de YHWH, o próprio Rei dos reis descerá dos céus, e os mortos no Mashiach ressuscitarão primeiro. Logo em seguida, nós, os que estivermos vivos sobre a terra, seremos arrebatados como eles nas nuvens, para o encontro com o Rei dos reis nos ares. E, assim, estaremos com o Mashiach para sempre! Consolai-vos, portanto, uns aos outros com estas palavras.” 1 Tessalonicenses 4.16-18

As aparências enganam

Há bem que parece mal, e há mal que parece bem.

Para o filho que fica de castigo, parece mal, mas é bem. Para os pais que não disciplinam sua filha, parece bem, mas é mal. Está escrito que há caminhos que parecem bons, mas que acabam levando à morte. Já o ditado popular reza que as aparências enganam, e é verdade. Então “por trás de um bem ou mal relativo, há sempre um bem ou mal absoluto” que sustenta a realidade composta de essência e aparência, interior e exterior, estrutura e fachada, que precisam ser harmônicas, do contrário, se a edificação for mais pesada do que o alicerce pode suportar, com certeza não vai durar. Daí a preciosidade da Referência que, como uma Rocha, nos permite crescer sob a instrução de certos e errados bastante precisos, os quais fortalecem nossa essência.

“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, YHWH, faço todas estas coisas.” Isaías 45:7

1948-2028

Como você já sabe, no ano 70 d.C Jerusalém foi invadida pelos romanos, e o povo israelita foi expulso da sua terra, cumprindo as Palavras registradas nos livros de Deuteronômio (28) e Lucas (21). E você também sabe que o povo israelita, retornando à sua terra de origem, foi reconhecido como nação em 1948, cumprindo as Profecias registradas nos livros de Isaías (11) e Ezequiel (20, 22 e 36). Estes são fatos históricos importantes, porque tem tudo a ver conosco hoje. Continuar lendo