Hombridade

Para os outros não sei, mas para mim ter hombridade é reconhecer seus erros a quem de direito, sem medo ou orgulho; é resolver os problemas como homem, sem birra ou drama; é não torcer o certo nem o errado a seu favor, tendo palavra, tendo humildade. É ter razão e estar errado com a mesma pujança; é ter certeza de que, o que plantar, vai colher. É pagar o que deve, é não trair nem enganar, é não mentir nem dissimular. Não é um presente, é uma escolha, é o encargo de honrar, ainda que falho, suas calças, seu nome. Requer mais índole do que caráter, mais nobreza do que educação.

A hombridade não depende de conquistas materiais, muito menos de rudeza, mas dos inegociáveis valores da dignidade humana postos em prática. A hombridade a ninguém torna infalível, mas para tê-la é preciso ser corrigível.

Feliz anteontem

O amanhã será melhor sim, seja em um novo dia, semana, mês ou ano, será melhor para quem mudou, para quem parou de mentir, para quem parou de negar os próprios sentimentos; será sim melhor para quem procurou crescimento, para quem semeou muito mais bem do que mal, tendo reconhecidos os deslizes que se tornarão em experiência. Para quem, por vezes, falhou em amar, mas se esforçou diariamente em superar as diferenças, sim, será melhor, e melhor sempre será para quem se arrepende, para quem confessa, para quem aceita ser separado do mundo e, estando do outro lado, contra a corrente, ser tachado de louco, chamado de crente. Porque para este povo não importa tanto o que acontece, mas o que o seu Libertador está fazendo, o que estão aprendendo com as Escrituras e com os irmãos, o que estão fazendo desta oportunidade chamada vida.

Manifesto antipandêmico

Lamento informar a cada homem e mulher livre deste país que estamos em guerra. De fato, não fomos notificados claramente da nossa situação, mas pretendo, por meio deste discurso, esclarecer ao máximo a quem necessitar.

Como era de se esperar, nosso inimigo, ardilosamente, atacou-nos sem aviso, com a mais perniciosa arma existente contra os da sua própria espécie, e não estou me referindo aqui ao vírus, pois mesmo que a arma biológica tenha multiplicado as baixas, ainda maior foi o número dos gravemente feridos pelo medo da morte, fermentado, inicialmente, por imagens de chineses deitados nas suas ruas comerciais, deflagrando contra nós o Partido, disparos que encarceraram, voluntariamente, os “mortos de medo” mundo afora.

A ameaça biológica foi neutralizada pela Ivermectina, um fármaco com patente vencida que, com a nobreza dos meios de comunicação, poderia ter salvo milhares de vidas. Agora precisamos superar a ameaça psicológica que vagueia pelas frequências da radiodifusão. E daqui por diante torno a falar do nosso inimigo, e de seus asseclas, os traidores deste povo, desde sempre, tão trapaceado.

O réptil que está por trás de todo este grande mal que, a partir de agora, enfraquecemos juntos, não é apenas um país, mas são algumas dinastias, famílias poderosíssimas que elegeram a China como seu novo “cavalo de batalha” para um plano antigo, pois foi esta “república popular” que melhor se saiu na dominação impiedosa de seu próprio povo, voraz por dominar o restante dos povos, mas não sem uma ajudinha estratégica, facilmente cooptável.

Sim, senhoras e senhores, vivemos em um mundo globalizado, e nunca ignorando todos os benefícios materiais que esta condição nos proporciona, pontuo que agora cidades têm contas em bancos no exterior, que governadores viajam para fora a negócios, em busca de tecnologias, de investimentos e mesmo de parcerias, atraindo ramos e raízes de grande vulto e consumo de recursos, o que explica o apoio incondicional dos representantes eleitos à expansão de um governo global, iniciado pela pandemia difundida por números e imagens mais assombrosas do que fidedignas.

Provavelmente, haverão muitos resistentes aos fatos que apontam claramente à realidade aqui desnudada, e certamente estão eivados de uma confiança inapropriada no mundo, tanto quanto estão tomados de receio quanto ao que virá a partir de agora. Peço-lhes encarecidamente: não cultivem o medo em vossos íntimos, nem por si mesmos, nem pelos seus. O que nosso inimigo não espera, isto é o que devemos usar a nosso favor. Se espera que morramos de medo de morrer, ergamo-nos a vencer a morte ainda em vida, junto ao nosso Mestre, que ressuscitou não para que nos acovardemos, mas para que herdemos a liberdade pela qual tantos, após ele, deram seu sangue. Antes sermos mortos no claro, do que vivermos no escuro.

Não às quarentenas!

Não às vacinas!

Não às mentiras!

Não à grande mídia!

Valente é quem alçar a voz com estas palavras, prudente é quem calar depois de ouvi-las, e decente é quem lê-las em família.