Generation of the Fig tree

As you already know, in the year 70 AD Jerusalem was invaded by the Romans, and the Israelite people were expelled from their land, fulfilling the Words recorded in the books of Deuteronomy (28) and Luke (21). And you also know that the Israelite people, returning to their homeland, were recognized as a nation in 1948, fulfilling the Prophecies recorded in the books of Isaiah (11) and Ezekiel (20, 22 and 36). These are important historical facts, because it has everything to do with us today.

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Aprendizes na prática

Quando o Nazareno falou que a ninguém deveríamos chamar de pai, seu contexto histórico era muito anterior ao da industrialização, e seus ouvintes eram do povo escolhido na Antiga Aliança. Mas o que foge ao conhecimento de muitos é que, pelo menos os profetas daquele povo costumavam ter jovens prosélitos, a quem chamavam de filhos, porque antes da industrialização, todo jovem que passasse os dias com um adulto (fosse seu pai de sangue ou não) era seu filho, ou seja, seu aprendiz. E este é o sentido da expressão filho em muitos textos do Novo Testamento.

“(…) do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza, filhos da ira, como os outros também.”

Efésios 2.2-3

Através deste e de muitos outros trechos epistolares, podemos compreender que todos nós nascemos e crescemos como aprendizes da desobediência (às Boas Novas, conforme 2 Tessalonicenses 1) e da ira (divina), até o precioso momento em que nos arrependemos, crendo que Ele se deixou matar no corpo para que matemos as vontades ímpias da carne, libertos pelo seu Espírito (em nós) para que, como filhos adotivos, tenhamos direito à herança da vida junto ao Primogênito de entre os mortos.

Sabemos, portanto, que muitos se dizem filhos do Imortal, mas seguem a homens; muitos se dizem filhos do Criador, mas não querem aprender dele; muitos se dizem filhos do Céu, mas só pensam nas coisas deste mundo. Não entenderam ainda, como filhos desobedientes, que precisam seguir a luz do que está escrito para serem realmente felizes, inculpáveis, mas não infalíveis; íntegros, mas não perfeitos; sábios, mas não aos olhos dos que se perdem; profetas, sacerdotes e reis de uma Era plena, no meio de uma geração caída que, se recebesse a herança, logo a arruinaria.

“Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.”

Mateus 25.23

Sinto, logo me importo

Almejo o bem de todos, mas primeiramente o meu. Almejo o bem a todos, mesmo que alguns se resignem ao mal. Espero o bem de quase todos, esperando que ninguém conte com a minha inação em face de alguma maldade sofrida. E o que sinto a seu favor, só sinto porque antes sinto a meu favor. Agrada-me muito somar com quem quer que seja, desde que demonstre gratidão em vez de subtrair de mim. No fundo eu gostaria que todos tivessem a mesma certeza que angariei a duras penas: a de que relacionamentos são golpeados por injustiças, e que ninguém que chame ao mal bem e ao bem, mal, terá entendimento com quem não.

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