Livrai-nos do mal que não queremos praticar

Que tal se nós, eu, você e quem mais quiser, focássemos mais no mal que parece vir de dentro, da gente mesmo, do que no mal que parece vir de fora, dos outros? Já parou para notar o quanto nos preocupamos, o quanto nos aplicamos em evitar o mal? “Livrai-nos do mal” talvez nunca tenha feito tanto sentido quanto hoje em dia, mas será que é com o mal de fora que mais devemos nos preocupar? São muitas as maldades, os perigos, os enganos que a “modernidade” trouxe, com certeza; contudo, é a maldade dos outros que macula a nossa consciência, que contamina nossas emoções, que nos diminui enquanto seres humanos? Definitivamente, não. Pode até ser que a fraqueza ou a maldade do outro se torne numa tentação para nós, mas ainda teremos escolha, sempre. Estamos todos aprendendo a andar, especialmente aqueles de nós que se esforçam por acertar, ou melhor, se acertar. Continuar lendo

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