Os três bons lugares para onde qualquer pessoa sã gostaria de ir

Geralmente quando se fala de “ir para o céu” ou de “estar salvo” pelo bom Pastor, o que pensamos é que “vamos para a glória” e ponto, mas não é bem assim, porque na sua grandessíssima compaixão, o Criador de todas as coisas dividiu a salvação (aquela para a vida eterna) em três camadas, por assim dizer; fatos que até pouco tempo este que vos escreve desconhecia. Recomenda-se muito consultar as referências fornecidas.

O primeiro lugar é realmente o céu, para o qual irão os que “dormem” e os que “serão transformados” (1 Co. 15:51-52) na majestosa vinda do Cordeiro, sendo um lugar dedicado aos que se encontrarem de pé na sua presença, os quais “escaparão de tudo que está para acontecer” (Lc. 21:34-36) e que se apresentam em primeira instância, sendo de todos os povos, línguas e nações, nos céus (Ap. 7:9-17). Este grupo não está sujeito a julgamento (Jo. 5:24-25, 8:51-52) e nem à segunda morte (Ap. 2:11, 20:6). Certamente estes obedecem ao “não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados” (Lc. 6:37) e que, por aguardarem a sua manifestação, se purificam (1 Jo. 3:2-3). Estão incluídas todas as criancinhas e os inocentes em geral.

O segundo lugar é o Reino Milenar do Cordeiro, o qual será estabelecido neste mesmo plano terrestre depois que acabar a chamada aflição de Jacó (conforme descrito no Livro do Apocalipse, capítulo oitavo em diante, entendo), e neste lugar estarão os primeiros (os arrebatados), e também os segundos, os que vieram da referida tribulação, mas que negaram a marca da besta (Ap. 20:4-6). Estes também não passam por julgamento (senão o da própria tribulação), sendo salvos “como pelo fogo” (Zc. 13:9, 1 Co. 3:15), e são as “noivas néscias” da parábola das dez virgens (Mt. 25:1-13).

O terceiro lugar são “os novos céus” dos quais descerá a “nova Jerusalém” para a “nova Terra” na qual não haverá mais morte ou dor (Ap. 21:1-4). Mas antes, o Maligno será solto e derrotado (Ap. 20:7-10), e ainda antes, acontecerá o julgamento dos outros mortos (Ap. 20:5), aqueles citados pelo “apóstolo de Tarso” que serão julgados conforme a sua consciência (Rm. 2:14-16), o que inclui todas as pessoas que não conheceram as boas novas de salvação, e todos os que não subiram aos céus, e os que não participaram do Reino Milenar, contudo estes dois grupos estarão neste último lugar.

Disse-me ainda: “Tudo está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. Àquele que tem sede, eu lhe darei a beber gratuitamente da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas; eu serei o seu Deus, e ele será meu filho. Mas quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte.” (Apocalipse 21:6-8)

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Castelos de areia

Se você pudesse, começaria tudo outra vez, mais experiente? Se você pudesse, jogaria fora o peso dos erros e do passado? Pois é, são tantos os desafios, os desenganos, não? Então, eu conheço alguém que pode te ajudar nisto, neste caminho que não é de religião, mas de restauração; que não é invenção de homens, mas uma oportunidade de recomeçar. O mundo não vai mudar ao seu redor, mas você vai mudar a forma de interagir com todo mundo. Você já fez do seu jeito, e ficou penoso caminhar assim. E se você ganhasse um novo coração, feito o de uma criança, não seria bom? Por favor, entenda: os ensinamentos do Messias e daqueles que o viram, são totalmente bons, só levam a praticar o bem, a justiça e a generosidade, então porque se afastar desta maravilhosa luz? Porque seguir outras doutrinas, crenças, ideologias, filosofias e costumes? Dê uma chance para a vida, para viver com humildade, com pureza, com liberdade, com gentileza. Então seus vícios serão grades de uma cadeia sem trancas, e seus medos darão lugar a um amor maior do que o de mãe, pois transcende a vida, o tempo e as certezas desta sociedade, sólidas como castelos de areia.

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Perdão por perdão

forgivenessAquele que não perdoa, acorda para a ressurreição do juízo, porque espera pela condenação de seus acusados, e sendo julgado com a mesma medida, reconhece tardiamente a dívida que todos possuíam para com a perfeição, mas que fora anulada, perdão por perdão, primeiro aquele dado para a salvação, e depois aquele praticado por quem a recebe, o qual não passa por julgamento, porque submete o próprio coração à aliança do justo pelos injustos, da generosidade manifesta tanto na criação do homem, quanto na sua restauração. Aquele que perdoa recebe o perdão, a orientação para permanecer obediente, em correção e aperfeiçoamento celestiais. Contudo, se nos apertar o peito, se nos doer o orgulho, temos a quem pedir ajuda, sendo este o Pai de toda compreensão, e respeito à liberdade, no qual podemos nos espelhar, porque também tolerou nossas faltas, nossas malícias, não nos comparando a ninguém, mas dando chances de arrependimento para a desonra de seres invisíveis que procuram confundir e prejudicar a todos nós, dos quais já fomos prisioneiros pela teimosia tanto no ressentimento, quanto na cobiça, que enchiam nosso íntimo de sofrimentos e desejos insanos. Portanto, recebendo os meios para nos desviarmos do mal inerente a este corpo, suportaremos, debaixo de luz gloriosa, o mal inerente à sociedade e aos que têm apenas nesta, um parâmetro incompleto de vida, corrompido pela mentira e por toda desvirtude aparentemente incorrigível. Ao que detêm toda a sabedoria e entendimento, acima do qual nenhum outro existe, o reconhecimento e a gratidão para sempre.