Correspondido e incompreendido

“Não convém reclamar ao prisioneiro o arrastar de suas correntes” foi o que aprendi com o Primeiro e o Derradeiro, acredito. Se olharmos para esta sociedade, se ouvirmos o que ensina desde sempre, entenderemos a sandice, a limitação dos que, como nós no passado, não obedecem; são muitas as armadilhas, as ilusões que impregnam o ser humano que se opõe às verdades altruístas, imparciais e consequentes das boas novas, o que resulta em injustiças, perversões, astúcias e pretensões que já conhecemos na carne; somos todos capazes de males, quer para proteger um inocente, quer pela dor emocional que outrem nos cause, quer por receio, quer por convicção. Tudo vai da índole de cada um, e digo no sentido etimológico desta palavra tão enevoada, que significa “alimentar internamente” na sua origem latina.

Então notamos facilmente que esta sociedade está realmente “programada” para induzir ao erro, a alimentar o “leão mau” daquela estória popular, não bastasse a inerente fraqueza da carne que em parte nos inclinaria para o mal, a despeito das melhores educações ou tradições, relações ou convicções. Por isto mesmo que um dos apóstolos na fé esclareceu com firmeza, que amando a sociedade, estaremos distantes de quem nos criou, porque da sociedade procedem somente cobiças e presunções que obscurecem seus detentores, ao passo que da Matriz humana, procedem aquelas virtudes mais almejáveis, admiráveis e memoráveis, porquanto humanas e boas para todo homem.

Todavia, como lidar com o “barulho” que perturba nosso “silêncio” interior (ou a maldade que põe à prova nossa bondade), sem se contaminar? “Não peça a quem está no escuro, às apalpadelas, que corra uma maratona” foi o que creio ter recebido Daquele que esteve morto, mas que está vivo para sempre. Para conviver, não basta perdoar, é preciso se posicionar honestamente em face das diferenças, não esperando luz na forma de fidelidade, honestidade, cordialidade ou generosidade, de quem tem visto e imitado escuridão (como muitos de nós fizemos um dia), lembrando que todos são chamados a se converterem de seus maus caminhos. Sendo assim, um outro apóstolo falou bastante em suas epístolas do amor entre irmãos, dando prioridade ao novo mandamento, exatamente porque estes se encontram voluntariamente sob uma mesma regência.

“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.” Carta de Paulo aos Gálatas 6:10

“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” Evangelho segundo João 13:34-35

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Choque de realidade: energia sobrando

Havia um silêncio quase absoluto no ar, um silêncio que parecia se estender por todo o plano terrestre. Em casa, nem o rádio se podia ligar. Na rua, nenhum carro sequer passando. O que aconteceu? O mundo parou de funcionar? Tente acender a luz, tente mexer no celular.

Naquela manhã o café não foi ao forno de micro-ondas. Naquela manhã quase ninguém saiu para trabalhar. Juntos, tomamos a refeição, e com surpresa no coração, paramos de indagar da mesma forma que começamos o dia: unidos. Então nosso trabalho em seguida seria procurar aqueles vizinhos com quem não costumávamos falar, para quem sabe descobrir algo mais, mas ninguém sabia de nada.

Fora os sons de tiroteios ao longe, tudo estava muitíssimo calmo. Aproveitamos para organizar objetos que pudessem ser úteis, enquanto aquela harmonia invadia nosso lar. Voltamos a nós mesmos sem uma televisão para ligar, sem famosos para nos alienar, sem meias verdades para acompanhar, aos poucos nos ouvíamos, conhecíamos e valorizávamos cada hora mais.

Seria este um basta definitivo aos hábitos mundanos e aos enganos de uma sociedade desumana? Às pessoas sobrava tempo, faltavam ambições, posições e outras divisões. Ainda que um bocado de alimento não fosse tão fácil de achar, em cada casa não se achava mais solidão, mas energia sobrando.

Por que cada vez mais pessoas falecem cedo?

O que nos tempos antigos acontecia muito raramente, nos tempos atuais acontece com frequência cada vez maior, e quem sofre são os pais que enterram seus filhos, desconhecendo estarem numa guerra silenciosa que mantém no ar a questão: por que cada vez mais pessoas falecem cedo? Por causa das mentiras!

Sabemos quem é o pai da mentira, e quem é o que se manifestou para destruir as obras deste; por isto mesmo não convém ignorarmos os ardis, as artimanhas daquele é homicida desde o principio, e que rege pessoas corrompidas pelo lucro, pelo poder, as quais labutam por resultados, e não pelo bem dos seus iguais, temendo apenas a seus superiores e ao fracasso, contando com um intrincado sistema de interesses que culmina nas frentes de batalha pela confiança do cidadão, o qual pode se tornar um “soldado” na guerra da informação.

Munido de conhecimentos tendenciosamente omitidos pelos meios de comunicação, conhecimentos que não apenas esclarecem, mas que podem poupar quem quer que seja de sofrimentos, e mesmo do falecimento, este “soldado” pacífico se importa com a verdade dos fatos, e retransmite o que tem aprendido de fontes seguras, não sendo apenas um repetidor, mas um coparticipante dos benefícios que, somente os informantes compadecidos e corajosos de quaisquer profissões, heroicamente propalam.

O químico propala que o flagelo bacteriano não pode ter surgido espontaneamente, mas fora criado; o matemático confirma a informação com estatísticas, e pessoas simples podem reconhecer integralmente o poder de quem o criou. O médico obstetra propala que não o sol, mas as lâmpadas fluorescentes causam câncer; o médico nutrólogo confirma as propriedades de prevenção e cura oferecidas pela “vitamina” D3, e pessoas simples podem ter uma saúde que não se rende a qualquer infecção.

Mas se o supermercado “vende” margarina ou óleo de soja durante os intervalos comerciais, o programa ou emissora patrocinada por este anunciante jamais citará que não existia infarto antes de existirem tais produtos, que causam também hipertensão, derrame e Alzheimer. O seu apresentador favorito usa manteiga e óleo de coco para o próprio bem, porém jamais contará a seu público porque, e nem porque nunca falou disto antes. Como chamar um especialista para contar “a todos” que açúcar branco tira o cálcio do osso, e que o leite de vaca é a causa de muitos problemas respiratórios e mesmo de alguns cânceres? Como “fechar a torneira” para médicos cardiologistas, atualmente ricos, com a informação dos efeitos antiarrítmicos do magnésio? Como “acabar com a farra” dos médicos oncologistas, igualmente ricos, com a informação dos efeitos anticarcinogênicos da “vitamina” D3, do iodo Lugol, do óleo de coco, e dos alimentos alcalinizantes como um simples limão?

Fomos todos feitos de joguetes do interesse ganancioso das corporações que se bancam mutuamente, incluindo certos governos que fecham acordos multimilionários com as farmacêuticas para oferecer vacinas desnecessárias, muitas vezes perigosas, usando o dinheiro dos contribuintes contra os mesmos. Entretanto, percebe-se que tentar segurar a verdade quando quase todos podem se comunicar, é como tentar segurar azeite ou como barrar o vento. Portanto, mais vale dar ouvidos a alguém de perto que se informou, que cita boas fontes do que afirma, e que quer apenas o seu bem, do que dar ouvidos aos que vendem facilidades para quaisquer problemas, até para quando falecermos, com seus planos funerários. Estes “comunicadores” ensinados a serem “formadores de opinião” com seus diplomas e seus nomes pomposos de tanta propaganda, distorcem a verdade dos fatos, mostrando apenas um aspecto da notícia (como as mais recentes pesquisas que prometem indicar com antecedência se o paciente terá ou não Alzheimer pelo cheiro), e ocultando o que já foi descoberto, em alguns casos, há dezenas de anos, em nome do interesse comum deles, que obedecem a um grupelho de homens, os obscuramente denominados investidores internacionais, dinastias que compram ações das mais interessantes sociedades anônimas, através de instituições bancárias e outros “laranjas” legais.

Então pouco importa se o império dominante é romano, inglês ou estadunidense, pois quem contrata exige o serviço, e quem quer o mal da humanidade engana até com superioridade, com linhagens e falácias raciais para causar dores, através de injustiças e enganos, de opressão e exploração; contudo aquele que ensinou a caridade, a bondade e o perdão, esclareceu que não podemos obedecer a dois reis, orientando que fôssemos generosos, como o Criador de todas as coisas é tanto com os ingratos, como com os agradecidos, pois como escreveu um de seus discípulos, a sociedade está morta no maligno, pois da sociedade provém somente a cobiça dos olhos, a cobiça da carne e a soberba da vida, mas esta sociedade passa, os que obedecem ao Pai, porém, permanecem eternamente.