Respirar e sorrir

Éramos só nós, e nada mais importava, até o tempo em que as estranhas novidades chegaram. Roubaram-nos a voz, encheram-nos os olhos e os corações de estranhos sonhos, ilusões que preparariam opressões, canções e roteiros, propaganda e tiroteios. O mundo entrou, a afeição saiu. Continuar lendo

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Males da modernidade: a externalização da importância

Desde a revolução industrial, temos sido habituados a ver nas novidades engenhadas e fabricadas, somente os privilégios trazidos por um determinado produto, nunca os vícios ou prejuízos que podem causar às maiorias.

Imaginemos algo que torne uniforme o pensamento das pessoas, que determine quem ou quais assuntos são importantes, quais comportamentos são aceitáveis, etc. Não estou falando de um deus ou guru religioso, estou falando da televisão.

E assim como o ópio entorpeceu a muitos no século dezenove, aprisionando seus adictos na ilusão do artifício, tornando as mentes fracas, ainda mais fracas; e claro, tornando as fortes mais facilmente dominantes, a televisão possui efeito psicossocial muito parecido, mediante a externalização da importância.

Então, ao redor de uma televisão, importa cada vez menos como foi o seu dia, cada vez mais como foi o dia daquela pessoa pública; importa cada vez menos a sua conquista, cada vez mais a conquista da personagem ou da celebridade; importam cada vez menos seus planos, seus sofrimentos, suas crenças, suas alegrias. Tudo vem de lá, de fora, então você sabe o que aconteceu no Japão ou na Antártida, mas não sabe o que se passa com a pessoa ao lado.

Não me admira que falte assunto, ou que o assunto sejam os outros, e não nós. Não me admira que consigamos pouco, enquanto os outros, os que se escutam, os que se ajudam, os que se reúnem, que planejam e trabalham juntos, consigam tanto. Não me admira que haja tanta depressão, tanto abandono, tanto desengano, tanta maldade: as famílias estão deixando de agir como famílias, estão trocando a fruta real da participação positiva, pelo produto aromatizado artificialmente do convívio alienado.

Talvez você não precise de horas conversando com quem está do seu lado, talvez só precise demonstrar verdadeiro interesse por aquilo que é importante para o outro, talvez redescubra o que é importante para o outro e talvez ninguém se sinta mais só em meio aos seus. Tenho feito a minha parte, e você, tem feito a sua?

Por que cada vez mais pessoas falecem cedo?

O que nos tempos antigos acontecia muito raramente, nos tempos atuais acontece com frequência cada vez maior, e quem sofre são os pais que enterram seus filhos, desconhecendo estarem numa guerra silenciosa que mantém no ar a questão: por que cada vez mais pessoas falecem cedo? Por causa das mentiras!

Sabemos quem é o pai da mentira, e quem é o que se manifestou para destruir as obras deste; por isto mesmo não convém ignorarmos os ardis, as artimanhas daquele é homicida desde o principio, e que rege pessoas corrompidas pelo lucro, pelo poder, as quais labutam por resultados, e não pelo bem dos seus iguais, temendo apenas a seus superiores e ao fracasso, contando com um intrincado sistema de interesses que culmina nas frentes de batalha pela confiança do cidadão, o qual pode se tornar um “soldado” na guerra da informação.

Munido de conhecimentos tendenciosamente omitidos pelos meios de comunicação, conhecimentos que não apenas esclarecem, mas que podem poupar quem quer que seja de sofrimentos, e mesmo do falecimento, este “soldado” pacífico se importa com a verdade dos fatos, e retransmite o que tem aprendido de fontes seguras, não sendo apenas um repetidor, mas um coparticipante dos benefícios que, somente os informantes compadecidos e corajosos de quaisquer profissões, heroicamente propalam.

O químico propala que o flagelo bacteriano não pode ter surgido espontaneamente, mas fora criado; o matemático confirma a informação com estatísticas, e pessoas simples podem reconhecer integralmente o poder de quem o criou. O médico obstetra propala que não o sol, mas as lâmpadas fluorescentes causam câncer; o médico nutrólogo confirma as propriedades de prevenção e cura oferecidas pela “vitamina” D3, e pessoas simples podem ter uma saúde que não se rende a qualquer infecção.

Mas se o supermercado “vende” margarina ou óleo de soja durante os intervalos comerciais, o programa ou emissora patrocinada por este anunciante jamais citará que não existia infarto antes de existirem tais produtos, que causam também hipertensão, derrame e Alzheimer. O seu apresentador favorito usa manteiga e óleo de coco para o próprio bem, porém jamais contará a seu público porque, e nem porque nunca falou disto antes. Como chamar um especialista para contar “a todos” que açúcar branco tira o cálcio do osso, e que o leite de vaca é a causa de muitos problemas respiratórios e mesmo de alguns cânceres? Como “fechar a torneira” para médicos cardiologistas, atualmente ricos, com a informação dos efeitos antiarrítmicos do magnésio? Como “acabar com a farra” dos médicos oncologistas, igualmente ricos, com a informação dos efeitos anticarcinogênicos da “vitamina” D3, do iodo Lugol, do óleo de coco, e dos alimentos alcalinizantes como um simples limão?

Fomos todos feitos de joguetes do interesse ganancioso das corporações que se bancam mutuamente, incluindo certos governos que fecham acordos multimilionários com as farmacêuticas para oferecer vacinas desnecessárias, muitas vezes perigosas, usando o dinheiro dos contribuintes contra os mesmos. Entretanto, percebe-se que tentar segurar a verdade quando quase todos podem se comunicar, é como tentar segurar azeite ou como barrar o vento. Portanto, mais vale dar ouvidos a alguém de perto que se informou, que cita boas fontes do que afirma, e que quer apenas o seu bem, do que dar ouvidos aos que vendem facilidades para quaisquer problemas, até para quando falecermos, com seus planos funerários. Estes “comunicadores” ensinados a serem “formadores de opinião” com seus diplomas e seus nomes pomposos de tanta propaganda, distorcem a verdade dos fatos, mostrando apenas um aspecto da notícia (como as mais recentes pesquisas que prometem indicar com antecedência se o paciente terá ou não Alzheimer pelo cheiro), e ocultando o que já foi descoberto, em alguns casos, há dezenas de anos, em nome do interesse comum deles, que obedecem a um grupelho de homens, os obscuramente denominados investidores internacionais, dinastias que compram ações das mais interessantes sociedades anônimas, através de instituições bancárias e outros “laranjas” legais.

Então pouco importa se o império dominante é romano, inglês ou estadunidense, pois quem contrata exige o serviço, e quem quer o mal da humanidade engana até com superioridade, com linhagens e falácias raciais para causar dores, através de injustiças e enganos, de opressão e exploração; contudo aquele que ensinou a caridade, a bondade e o perdão, esclareceu que não podemos obedecer a dois reis, orientando que fôssemos generosos, como o Criador de todas as coisas é tanto com os ingratos, como com os agradecidos, pois como escreveu um de seus discípulos, a sociedade está morta no maligno, pois da sociedade provém somente a cobiça dos olhos, a cobiça da carne e a soberba da vida, mas esta sociedade passa, os que obedecem ao Pai, porém, permanecem eternamente.