Respirar e sorrir

Éramos só nós, e nada mais importava, até o tempo em que as estranhas novidades chegaram. Roubaram-nos a voz, encheram-nos os olhos e os corações de estranhos sonhos, ilusões que preparariam opressões, canções e roteiros, propaganda e tiroteios. O mundo entrou, a afeição saiu. Continuar lendo

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