As aparências enganam

Há bem que parece mal, e há mal que parece bem.

Para o filho que fica de castigo, parece mal, mas é bem. Para os pais que não disciplinam sua filha, parece bem, mas é mal. Está escrito que há caminhos que parecem bons, mas que acabam levando à morte. Já o ditado popular reza que as aparências enganam, e é verdade. Então “por trás de um bem ou mal relativo, há sempre um bem ou mal absoluto” que sustenta a realidade composta de essência e aparência, interior e exterior, estrutura e fachada, que precisam ser harmônicas, do contrário, se a edificação for mais pesada do que o alicerce pode suportar, com certeza não vai durar. Daí a preciosidade da Referência que, como uma Rocha, nos permite crescer sob a instrução de certos e errados bastante precisos, os quais fortalecem nossa essência.

“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, YHWH, faço todas estas coisas.” Isaías 45:7

Os laços entre o egoísmo e a incredulidade

Quando alguém declara não crer em qualquer forma de vida além desta, quando argumenta que só existe vida por causa do corpo, ou que da morte ninguém jamais retornou (o que não é verdade), e assim por diante, podem surgir, da parte de quem ouve, as seguintes perguntas: “mas e quanto aos bebês que viveram por dois ou três anos, e faleceram? Sendo esta a única vida, então foram desprivilegiados? E quanto aos que cedo foram mortos ou fisicamente lesados para toda a vida, quer por outra pessoa, quer pela ambição dos grupos de pessoas, mereciam este fim? Se a única justiça da qual podemos esperar é a terrena, como serão recompensados os que partiram tão injustamente? E não havendo justiça fora desta vida, então compactuamos na prática com as desigualdades sociais, com os enriquecimentos ilícitos, com as regalias e as misérias, ambas absurdas, do país onde moramos?” Continuar lendo

Parábola dos dois irmãos

Um pai precisou viajar por dois anos, deixando a seus dois filhos jovens, todos os recursos necessários para aprenderem um ofício, além de instruções claras a respeito de como deveriam se ocupar, sob a promessa de recompensas na presença do pai, incluindo passeios. Então um deles, aproveitando a ausência do pai, ocupou-se de festas, bebedeiras, orgias, e brigas por diversão. O outro, sabendo que o pai a nada estaria alheio, ocupou-se de seguir-lhe as instruções, agindo da mesma forma que agia na frente do seu genitor. Continuar lendo