Respirar e sorrir

Éramos só nós, e nada mais importava, até o tempo em que as estranhas novidades chegaram. Roubaram-nos a voz, encheram-nos os olhos e os corações de estranhos sonhos, ilusões que preparariam opressões, canções e roteiros, propaganda e tiroteios. O mundo entrou, a afeição saiu. Continuar lendo

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Filhos em paz

Desde que começamos a tomar decisões, quando reconhecemos a força da vontade, nos tornamos adictos do livre arbítrio. E desde então, a bem da verdade, ninguém realmente manda em nós, mesmo que não sejamos ainda donos do nosso nariz. Desde jovem você escolhe com quem conversar na escola, ou qual será o seu presente naquela data especial, ou até mesmo quais sabores te agradam ante à mesa. E considerando a torrente de estímulos e opções que a sociedade de consumo oferece ao indivíduo, há de se convir que de fato ninguém manda em ninguém. Continuar lendo