As aparências enganam

Há bem que parece mal, e há mal que parece bem.

Para o filho que fica de castigo, parece mal, mas é bem. Para os pais que não disciplinam sua filha, parece bem, mas é mal. Está escrito que há caminhos que parecem bons, mas que acabam levando à morte. Já o ditado popular reza que as aparências enganam, e é verdade. Então “por trás de um bem ou mal relativo, há sempre um bem ou mal absoluto” que sustenta a realidade composta de essência e aparência, interior e exterior, estrutura e fachada, que precisam ser harmônicas, do contrário, se a edificação for mais pesada do que o alicerce pode suportar, com certeza não vai durar. Daí a preciosidade da Referência que, como uma Rocha, nos permite crescer sob a instrução de certos e errados bastante precisos, os quais fortalecem nossa essência.

“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, YHWH, faço todas estas coisas.” Isaías 45:7

O poder da única crença que liberta

O efeito psicossocial da crença geral no evolucionismo, ou seja, de que o homem teria vindo do macaco, rebaixa individual e socialmente nossa condição à de meros animais racionais, e isto tem consequências degradantes no comportamento humano, pois este se baseia nas crenças, na cultura. Outra teoria perigosa é que, tudo que existe, fora soprado por um buraco menor que a cabeça de um prego, e que portanto, estaríamos vagando num universo gigantesco, no qual este mundo seria apenas um grão de areia, e nós, menores ainda. O fato é que toda ideia, se aceita individual e socialmente, têm um efeito determinante, para bem ou para mal. Assim sendo, não estranhe se as pessoas estiverem, por exemplo, adulterado como animais, brigando como bichos, se prejudicando como feras selvagens, se matando como se a vida fosse um jogo violento. Lembre-se do em quê a maioria das pessoas crê, e você não estranhará. Continuar lendo

Fraqueza & Afeição

Não adianta, o nosso amor é falho: toda vez que invejamos, que perdemos a cabeça ou até nos vangloriamos em comparação a alguém, quando falamos mal ou não esperamos o bem de alguém, e até quando os ciúmes ou os ressentimentos obscurecem a razão, não estamos amando. E o problema não é sabermos que somos falhos em amar, o problema é pensarmos que amamos quando não, é vivermos como se apenas os outros não amassem. O amor ao próximo não é uma utopia ou um privilégio de poucos bem criados, é uma jornada e, acima de tudo, um exercício para todos que têm abertos os seus olhos tanto para a fraqueza nossa, quanto para o poder de quem nos criou por generosidade e afeição.