Aprendizes na prática

Quando o Nazareno falou que a ninguém deveríamos chamar de pai, seu contexto histórico era muito anterior ao da industrialização, e seus ouvintes eram do povo escolhido na Antiga Aliança. Mas o que foge ao conhecimento de muitos é que, pelo menos os profetas daquele povo costumavam ter jovens prosélitos, a quem chamavam de filhos, porque antes da industrialização, todo jovem que passasse os dias com um adulto (fosse seu pai de sangue ou não) era seu filho, ou seja, seu aprendiz. E este é o sentido da expressão filho em muitos textos do Novo Testamento.

“(…) do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza, filhos da ira, como os outros também.”

Efésios 2.2-3
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