Naquele dia nada aconteceu conforme esperado

Foi num domingo de dois mil e quinze, era noite e eu havia saído para tomar um açaí a vários metros de onde moro com meus pais, na Praça Paulo Setúbal. Antes de chegar à lanchonete, uma pessoa, um moço que ali se prostituía com roupas de mulher, me pediu dinheiro para pegar ônibus após eu ter recusado a oferta de seus serviços; caminhamos um pequeno pedaço de rua, no qual ofereci falar das boas novas, depois trocamos o dinheiro num quiosque e em seguida percebi que onde vendia açaí estava fechado. Então me lembrei de uma sorveteria que havia ali perto, e chegando lá, também estava fechada, bem como a barraca de cachorro quente na mesma avenida. Resolvi então ir a uma praça distante dali alguns metros, na qual eu e a pessoa que melhor me conhecia costumamos comer “o melhor cachorro quente da cidade” segundo a minha opinião. Mas peguei um caminho diferente, bastante ermo, e me senti um pouco perdido, quando ouvi em pensamento de seguir um grupo de pessoas, o qual virou numa certa rua, e mesmo assim não sabia aonde aquela rua iria dar, e fiquei pensando em voltar, mas algo me disse para continuar. Pouco antes do final daquela rua, que dá de frente para um pequeno terreno baldio, ao lado de um pequeno condomínio, comecei a avistar um carro que parecia com um dos velhos carros do meu pai, que havia sido furtado há mais ou menos um ano. E ao me aproximar, identifiquei a placa, então percebi o sinal que o Soberano havia feito para que os meus creiam em seu nome e poder.

O veículo foi resgatado, com motor funcionando e sem maiores avarias, e o nome do Rei dos reis foi reconhecido.

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Um tempo conosco

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Nascido de uma virgem, o Filho primogênito do Criador de todas as coisas abandonou seu lugar junto ao Pai para passar um tempo conosco, para demonstrar o perdão e a humildade com que esperemos a manifestação do Reino justo que anunciou, e que confirmou renascendo dos mortos, subindo para o Pai, do qual virá outra vez, não como Cordeiro, mas como Leão, para resgatar seus reinados: aqueles que procuram corresponder em ações e decisões, seu amor.

Anunciação do arrebatamento à tribulação

Como a mídia e as autoridades darão sentido ao que foi prometido que aconteceria? Dir-se-á de abdução? Ver-se-á uma invasão? Ter-se-á a marca na mão? Por poder e temor, como sempre, os poderosos mentirão. Caso digam que foi uma abdução, lembrem-se. Caso vejam uma invasão, lembrem-se. Caso obriguem à marcação, lembrem-se. Lembrem que serão apenas alguns anos de tribulação, que quem negar o número, o rastreamento, achará salvação.

Um homem menos do que um homem se sentará sobre as nações, trará parcimônia onde há muito tempo só se achou ódio. Certas palavras serão proibidas, certas liberdades, abolidas. Haverá uma resistência que não poderá vencer até que os poucos anos terminem, até que retorne o leão, o qual tomará em um rugido, a terra e sua promissão, para reinar por mil anos com aqueles da sua eleição, para que aprendam sem mais enganos, justiça, bondade e retidão.

Antes deste tempo, os mares, os ventos, as pedras de baixo e de cima assombrarão. O arrependimento, a humildade e a sinceridade, como sempre, seus prodígios entre os pequeninos farão. Para a noiva o noivo vem, e para as trevas de um mundo sem a graça e debaixo de justa maldição, aquela cidade celestial, aquela que jamais poderia ser feita por máquinas ou mãos, também.

Isto é um alerta, não uma profecia, e nem uma visão: apenas um alerta baseado nas mais antigas profecias, nas mais recentes tecnologias do engano e nos sonhos contemporâneos de pessoas comuns. Leia as boas-novas, as cartas e o livro das revelações, porque naqueles dias, aquele que invocar o Altíssimo será salvo, e não sofrerá a primeira morte em vão.