Parábola dos dois irmãos

Um pai precisou viajar por dois anos, deixando a seus dois filhos jovens, todos os recursos necessários para aprenderem um ofício, além de instruções claras a respeito de como deveriam se ocupar, sob a promessa de recompensas na presença do pai, incluindo passeios. Então um deles, aproveitando a ausência do pai, ocupou-se de festas, bebedeiras, orgias, e brigas por diversão. O outro, sabendo que o pai a nada estaria alheio, ocupou-se de seguir-lhe as instruções, agindo da mesma forma que agia na frente do seu genitor.

Retornando da viagem, informado por seus amigos que moravam por ali, ao obediente trouxe um desejável presente, combinando com ele uma viagem a dois. Ao desobediente, privou-o de todos os recursos até que completasse, por sua conta, o aprendizado necessário.

Portanto, quando ouvires falar de arrependimento e purificação, de conversão e abstenção do mal, entenda que não se trata de religiosidade, moralismo ou bitolação, mas de escolhas, da decisão pela obediência às Sagradas Letras, que permitem ao Pai estar com seus filhos, ajudando-os a superar limitações.

“E sabeis que procedemos com cada um de vós como um pai com seus filhos: nós vos temos exortado, estimulado, conjurado a vos comportardes de maneira digna de YHWH, que vos chama ao seu Reino e à sua glória.” 1 Tessalonicenses 2:11-12

Anúncios

Protegido: Choque de realidade: energia sobrando

Este conteúdo está protegido por senha. Para vê-lo, digite sua senha abaixo:

A vitória do dia seguinte

Um chefe de família chegou em casa e contou as coisas boas que aconteceram no seu dia: “fui considerado o funcionário do mês, e por isso ganhei um abono e ainda consegui carona com o patrão!” — disse, e agradeceu ao Pai que está nos céus por suas vitórias. Mas naquela mesma noite, em sonho, reviveu alguns dos primeiros momentos daquele dia: quando o trânsito parou, impaciente, murmurou; quando uma lactante pediu algumas moedas, apressado, ignorou; e quando um colega mostrou ter superado certa limitação, ensoberbecido, desmereceu. Então uma voz, ainda no sonho, disse: “você pensa mesmo que seu dia foi de vitórias?” — naquela manhã, ele acordou um pouco mais cedo, e envergonhado, confessou (ao Altíssimo) suas injustiças do dia anterior.