E houve batalha no céu

Antes que a humanidade, criança birrenta, possa “brincar” livre de perigo, precisará ficar de castigo; antes de alcançar o cume da virtude, precisará passar pelo vale do absurdo; antes que possa ver a luz da perfeição reinar no mundo, precisará cair no engano da falsa luz, da falsa paz conquistada através da perseguição e do sangue inocente derramado. Mesmerizada e apneica, a família humana caminha para quem foi preparada desde os quatro grandes impérios, e agora é instigada a clamar por esse líder global, por esse marido mentiroso e abusivo que a dominará pela força, que a controlará pelo vício e pela fome. Ele será o deus das suas muitas religiões, será o médico das suas muitas doenças e o guia político de todas as suas divisões, o novo que é a antiga, o segundo sol.

Ainda assim, mesmo que a humanidade tenha abandonado seu Criador, existe uma saída planejada, garantida para as famílias que a morte separaria, que a escuridão destruiria: a ressurreição dos seus mortos, a transformação dos seus corpos ainda vivos, escapando num piscar de olhos, no soar duma trombeta, ao encontro do amor, em escapatória ao horror que está para cair sobre uma sociedade má e desobediente. E para que possamos nos encontrar na ditosa cidade, você e os seus só precisam dar crédito à promessa do Arrebatamento, se preparando, com bondade e arrependimento, para encontrar com o Primogênito nos ares.

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