Anunciação do arrebatamento à tribulação

Como a mídia e as autoridades darão sentido ao que foi prometido que aconteceria? Dir-se-á de abdução? Ver-se-á uma invasão? Ter-se-á a marca na mão? Por poder e temor, como sempre, os poderosos mentirão. Caso digam que foi uma abdução, lembrem-se. Caso vejam uma invasão, lembrem-se. Caso obriguem à marcação, lembrem-se. Lembrem que serão apenas alguns anos de tribulação, que quem negar o número, o rastreamento, achará salvação.

Um homem menos do que um homem se sentará sobre as nações, trará parcimônia onde há muito tempo só se achou ódio. Certas palavras serão proibidas, certas liberdades, abolidas. Haverá uma resistência que não poderá vencer até que os poucos anos terminem, até que retorne o leão, o qual tomará em um rugido, a terra e sua promissão, para reinar por mil anos com aqueles da sua eleição, para que aprendam sem mais enganos, justiça, bondade e retidão.

Antes deste tempo, os mares, os ventos, as pedras de baixo e de cima assombrarão. O arrependimento, a humildade e a sinceridade, como sempre, seus prodígios entre os pequeninos farão. Para a noiva o noivo vem, e para as trevas de um mundo sem a graça e debaixo de justa maldição, aquela cidade celestial, aquela que jamais poderia ser feita por máquinas ou mãos, também.

Isto é um alerta, não uma profecia, e nem uma visão: apenas um alerta baseado nas mais antigas profecias, nas mais recentes tecnologias do engano e nos sonhos contemporâneos de pessoas comuns. Leia as boas-novas, as cartas e o livro das revelações, porque naqueles dias, aquele que invocar o Altíssimo será salvo, e não sofrerá a primeira morte em vão.

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2 pensamentos sobre “Anunciação do arrebatamento à tribulação

  1. Quanta leveza ao escrever sobre esse assunto. Simples e objetivo. A esperança é renovada.

    “Pois sabemos que toda a criação geme e sofre como que dores de parto até o presente dia.
    Não só ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nós mesmos, aguardando a adoção, a redenção do nosso corpo.
    Porque pela esperança é que fomos salvos. Ora, ver o objeto da esperança já não é esperança; porque o que alguém vê, como é que ainda o espera?
    Nós que esperamos o que não vemos, é em paciência que o aguardamos.”

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    • Muito obrigado, Nath, por este comentário generoso e edificante. Nosso Rei ressurreto vem! Estive relendo, e estou na dúvida se deve estar ser classificado como crônica narrativa (por narrar eventos, ainda que alguns deles não aconteceram, e como não se trata de uma profecia, talvez não aconteçam conforme descrito) ou ensaio (pelo aspecto poético do texto).

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