Esquecido

Uma coisa que eu sei, é me fazer entender. Se não for pelo (muito) que digo, será por minhas caras e bocas. Se não for pelo tanto que tento acertar as (nossas) coisas (como se pudesse consertar o que já foi destruído), será pelos meus gestos e dedos. Sou entendido quando danço, quando canto, quando amaldiçoo e quando perdoo. Mas se a presença, a esperança e a (muita) entrega, não forem o bastante para ser entendido, não tem problema: no meu silêncio permanente, quem sabe, poderei ser ouvido.

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