Não custa nada

O senso de coletividade começa quando amar o grupo não se restringe apenas a amar o seu grupo, como as pessoas da sua casa, ou algumas do seu condomínio, e quem sabe muitos colegas de classe ou setor. Estar ocupado, tentando “se dar bem” na vida, não justifica ignorar a necessidade daqueles que padecem quer pelas próprias escolhas, quer pelas circunstâncias da vida. É preciso dar o peixe, para quem sabe depois, ensinar a pescar. Ou você trabalha com fome?

A bancarrota em países ricos mostra bem o quanto qualquer pessoa pode precisar de mais ajuda e de mais união. Claro que em países subdesenvolvidos, o cidadão “se vira” melhor sem precisar de um emprego, mas também existe nestes países a miséria, as grandes disparidades socioeconômicas, e a dificuldade tanto de qualificação profissional, quanto de o assalariado se sustentar.

Então se quiser ter seu videogame caro, se quiser viajar para lugares legais, se quiser ter mais e mais conforto, não se esqueça de todo o bem proporcionado por suas escolhas e circunstâncias, no dia que alguém pedir para inteirar no gás, ou na hora que alguém pedir para pagar alguns itens no supermercado, porque se puder ajudar e se negar, se torna indigno tanto daquela pessoa, quanto do que possui.

Sem esta forma de amar, de colaborar e se unir, a humanidade está perdida em face do pior que está por vir.

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