Épico nacional

No açougue não se deve operar, na masmorra não se pode corrigir. Os que tem as chaves, aprisionam do lado de fora, quem gostaria de entrar. O indignado acaba preso, e em trinta anos volta pior, maior a sua indignação. Corte a ponta, e mais pontas e pontas surgirão, como as cabeças de um dragão, que morto no coração, a quase tudo pode matar, como arrancar o joio, e junto o trigo. Miseráveis não tem inimigos, não tem amigos, não tem consigo, nem a causa e nem a solução, pois os mais que ricos, para quem quase todos trabalham, estão acima de qualquer suspeita, esquerda, centro ou direita, nos ensinando com falsas liberdades, o caminho para a destruição.

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