Pior que a corrupção

Pior que a corrupção, a imoralidade legitimada, que se consuma por tantas regalias: o voto do próprio aumento, o auxílio da viagem ao paletó, o pagamento para quase vinte assessores, a ausência nunca descontada do salário. Esta imoralidade cuspida na nossa cara, inspira a corrupção de um poder quase absoluto, defendido em tom de piada pelos apossados, quando interrogados sobre a mamata. E para consagrar o sarro, a bravata, esquecem da gente como se nada pudessem, como se nada importasse mais do que a próxima candidatura, como se fosse normal ganhar mais do que médicos, engenheiros, professores e músicos. E ainda pior do que a tal imoralidade bancada com sangue e suor, a popular anuição.

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