A reflexão

Conheço a compaixão como sendo flexível, mas não frouxa. Conheço o respeito como independente da compreensão. Conheço a crença não como uma opção, mas como parte da condição humana. Conheço o grito, o estrondo, a canção e a quietude, como partes da emoção. Conheço a tristeza apenas como o lado incompreendido da alegria, e a grandeza como a capacidade de dar e liberar, mais do que a de ganhar e conquistar. Conheço a saudade como evidência de um passado bom, e a ausência como um espaço em branco a ser preenchido. Conheço as muitas formas da mentira como a maior barreira ao discernimento. Conheço o dever, não de escolher, de ser e de temer, conforme a maioria, mas o de entender e percorrer a vida, com a liberdade que oferece o conhecimento. Conheço o amor não como sentimento, e nem como imperialismo, mas como o bem e a justiça, na sua melhor forma: na forma de ação, quer por algo dito, por um gesto de doação ou abnegação.

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